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  • Foto do escritorPsicóloga Angelita Eccel

Quando a doença chega

Atualizado: 25 de out. de 2022

Você já vivenciou alguma situação de doença grave com alguém da sua família ou com você?


Entendemos, que é muito difícil quando o paciente recebe o diagnóstico, para muitos é como se ficassem sem chão. Pois, muitas vezes, a pessoa precisa enfrentar um tratamento doloroso, e esse tratamento é a sua última esperança para a cura.


Em algumas situações aquela pessoa que está doente é quem comanda a família ou é o provedor daquele lar, o arrimo de família. Então, é preciso que esse núcleo se reinvente e faça um novo arranjo familiar.


São muitas as dificuldades enfrentadas pelo doente além do medo da morte; há o medo da dor, medo de dar trabalho para os familiares, e medo do sofrimento dos familiares. Por isso, é muito importante que essa pessoa tenha uma rede de apoio entre os amigos e familiares. Os amigos são fundamentais inclusive para a família, que por vezes, fica bastante desorganizada e precisa de suporte e orientação amiga.


O primeiro passo a dar com uma pessoa doente é o acolhimento, proporcionando uma escuta empática. Também, devemos oferecer um atendimento psicológico, isso será fundamental para dar o equilíbrio emocional, um dos fatores mais importantes para a recuperação. O paciente precisa falar de suas angústias, de seus receios, pois ao desabafar, encontrará serenidade para construir uma qualidade de vida mesmo estando doente.


Se for uma doença em fase terminal, é muito importante esse paciente ter atendimento com um profissional da área da saúde mental, para que essa pessoa possa ter acesso a cuidados paliativos.



Psicóloga Angelita Eccel - CRP 07/27530

Psicoterapia individual para crianças, adolescentes, adultos e idosos

Atendimento presencial e online

Agendamento (51) 99831.0549

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